Terrible Two, chegou aqui!

Terrible Two, chegou aqui!

Joseph dormiu de um jeito e acordou de outro!

Agora tenho aqui um menino chorão, se jogando no chão, pirracento, teimoso… que bate as duas pernas no chão quando contrariado, que grita, berra…

Meu Deus o que aconteceu?

Já tinha observado essa mudança a alguns meses, mas não queria ter a constatação de que seria o Terrible Two por aqui.

Vocês sabem o que é isso?

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Imagem daqui

O Terrible Two é conhecido como a adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão.

São muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo… é o momento também da retirada das fraldas (aqui ainda não aconteceu). A criança já domina os movimentos de seu corpo, sua linguagem está a cada da mais desenvolvida, suas relações sócio-afetivas estão se expandindo para fora de seu círculo familiar.

Nosso bebê agora é uma criança!

Tem suas vontades, faz suas escolhas e muitas vezes não adianta insistir do contrário. Se você passou pelos dois anos sem passar por toda essa fase, você é um privilegiado.

Não tem como não perceber as mudanças: são muito mais teimosos, birrentos e muitos nãos pra tudo que oferecemos, mas como toda fase… passará!

Difícil é entendermos o nosso papel e administrar as situações. Muitas vezes deixo ele se jogando, chorando e gritando e saio de perto, mas o problema maior é quando acontece na rua… que prova!

Tenho passado por isso quase que todos os dias quando vou buscá-lo na Creche para levar pra casa da D. Vera (cuida dele). Ele empaca! Não quer ir, começa a chorar, às vezes grita! E eu tenho que administrar… converso, explico e vamos caminhando, até que enfim cheguemos e pronto ele entra na casa dela numa boa, parece outra criança.

Então, o que fazer?

Seguindo as dicas do site Guia Infantil

Nesta etapa, o que podemos chamar de educação social, ou educação para a vida, se intensifica. A família não pode ficar sem tomar atitudes, assustada com as reações agressivas da criança, ou achando bonito ele ter “personalidade forte”. É o momento de educar esta criança para a vida no mundo, e se não for feito agora, no futuro ela certamente terá muitas frustração, pois o mundo mostrará que ela está errada;

• Firmeza e consistência nas decisões: “não” é “não”. Claro que o que for possível, deve ser negociado, pois é este conceito que tentamos desenvolver com a criança, e não somente o não pelo não. E os adultos devem estar de acordo entre si, para não confundir a criança, ou passe a manipular os adultos, recorrendo ao pai quando a mãe diz Não, e vice versa.

• Para o momento da birra e teimosia, ou da crise séria, com direito a choro, gritos e a criança rolando pelo chão, existem algumas técnicas. As mais comuns, e que funcionam bastante:

– segurar a criança no colo, e retira-la do local, sem maiores conversas. No auge da crise, a criança está descontrolada e não vai negociar. Quando estiver fora do local, explicar, olhando para a criança e calmamente, que este comportamento não pode ser aceito em nenhum lugar, e que terá uma conseqüência, como não voltar mais ali. Se a promessa for cumprida, o fato não se repetirá;

– distrair a criança: na hora da teimosia, ou quando a situação está evoluindo para uma crise, tentar mostrar algo interessante, um brinquedo, um objeto, ou qualquer coisa próxima. Geralmente, o choro passa.

– se a criança não estiver descontrolada, e conseguir escutar, basta ficar em sua altura, e lhe dizer com firmeza que aquele não é o momento de fazer o que ela quer, ou que naquela hora, o adulto não pode atendê-la, e seguir o que estão fazendo, chamando sua atenção para coisas que ela pode fazer, como colocar as compras no carrinho, escolher produtos que pode levar, etc.

– sempre que possível, oferecer alternativas: “agora, aqui, o que você pode fazer (levar, escolher…) é isso ou aquilo. Com a criança tendo menos opções, e podendo participar, a crise é facilmente controlada.

• Lembre-se de que tudo acontece nesta fase porque a criança tem necessidade de ser e fazer, participar do mundo e suas ofertas. Possibilite situações em que ela possa fazer isso, sentindo-se importante e autônoma. Auxilie, e tente não tolher seu crescimento. Ela não é mais um bebezinho. E sim, é triste, mas faz parte da vida: começamos nesta hora a educar nossos filhos para o mundo, e não somente para nós.

• Não deixe que a opinião de pessoas desconhecidas lhe afete. Ignore os olhares de reprovação, ou aqueles que dizem: “ah, se fosse me filho…”. Você conhece sua criança, e deve buscar o que é melhor para ela. Leia, busque informações sobre esta etapa, converse com quem tem filhos nesta idade, procure quem possa ajudar, crie sua técnica, e adote um mantra: “é normal e vai passar, é só manter a calma.”

• Cuidado: por mais difícil e irritante que esta fase seja, saiba que ela passa, e que a criança precisa de compreensão, portanto evite sempre os castigos físicos, os tapas, beliscões e afins. Queremos que a criança entenda que a violência não é um comportamento aceitável, portanto, não podemos resolver a situação da mesma forma que ela. Explique e negocie sempre. Se você estiver perdendo o controle, respire fundo e afaste-se. Quando sentir-se melhor, chame a criança e converse. Mas nunca deixe uma crise sem resposta, ou a criança vai se acostumar a não ter conseqüências para seus atos.

Fonte aqui

19 Comentários

  1. É sempre com muita paciência , mas impondo limites, dando uma conversadinha, amor e abraço que as crianças vão aprendendo, nada mais é a fase de aprendizagem e impor vontades
    Bom post



  2. Ai amiga, aqui já chegou a muuuuuuito tempo, ta muito teimoso, pirracento que só vendo, espero que termine logo essa fase e volte meu bb tranquilo
    Bjinhos

    mamaenathan.blogspot.com

  3. Amiga essa fase é dificil mesmo e estressante,confesso que muitas vezes deixei de sair para algum lugar que queria muito, pois Lucas sempre se jogava e fazia escândalo sem motivo. De vez em quando ele ainda regride nessa fase, mas estamos melhorando.

    Paciência e amor.

    beijos

  4. Estou no mesmo barco que vc….. não é fácil viu…. cada dia parece q piora….to ficando doidinha rsrsrrs

  5. Eu já ouvi falar disso, tenho uma sobrinha de 3 anos que tá bem assim.. aí eu penso, se Lohany já está me deixando louca com apenas 1 ano e meio, imagina nessa fase?? Melhor nem pensar, hehe!
    Tomara que essa fase passe logo! Bju

  6. Eu não me lembro de ter passado por isso com a Giovana mas com o Phelipe pode ser que aconteça.
    Com 1 ano e 2 meses ele já é bem birrentinho.
    Tomara que vocês passem logo por essa fase e que lidem com ela da melhor maneira possível.
    Carlah Ventura – Intensa Vida

  7. Nossa amiga, tem horas que so Deus na minha vida. Esse terrible two espero que passe, porque esta cada dia mais complicado, tem horas que fico sem saber o que fazer. Mas penso que vai passar, mas me deixa bastante nervosa e brava quando ele apronta uma desta.
    Espero que passe logo amiga. Bjs
    Vivi e Isaac

  8. Estou com medo dessa fase, pois aqui já está chegando! rsrs
    Mas adorei as dicas de como lidar com essa nova fase! bJOS
    Tatty

  9. Cris essa fase bem complicada, mas as dicas acima estão ótimas. Graças a Deus as meninas tinham “piti”em casa, só me lembro de 2 episódios na rua, mas fiz que foi mencionado acima pequei a criança no colo tirei do lugar e depois conversei, não tive mas problema com isso.
    Até os “pitis” em casa estão diminuindo.

    Tri-beijos Desirée
    http://astrigemeasdemanaus.blogspot.com.br/

  10. Realmente é umas das fases complicadas. Minha filha não teve mas já o filho Jesus sofri com suas pirraças. Nunca bati e sempre com pulso firme mostrava a minha postura como mãe. Depois dessa tem a fase da adolescência aí sim é mais complicado.
    Muito jogo de cintura nessa hora.
    Bju

  11. Só te digo uma coisa Cris: passa. É terrível e tem horas que temos vontade de nos enconder no armário da cozinha….. mas passa. E o nosso “grande amor”retorna a nós, com outras manias e chiliques, mais volta. Bjus Coisas da Lara

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