Leite fraco? Fale com a doula

Há dois dias as mídias sociais estão repletas de compartilhamento, de likes e de repúdio a uma publicação sobre leite em pó em uma grande revista sobre crianças. Mas não estou aqui pra falar nada sobre o texto, apenas pra trazer um pouco da minha experiencia e trazer informação de fonte confiável.

O fato é que a publicação exibia (o texto saiu do ar) mitos e inverdades sobre a amamentação, o que gera uma propagação desses mitos e dificulta a procura por outras alternativas que não o desmame.

Quem me conhece a mais tempo (do meu blog)) sabe que não amamentei meu filho. Não foi fácil, passei por vários estágios (culpa, negação, aceitação) para chegar ao estágio que estou atualmente: conhecimento. Por muito tempo me perguntei o que havia acontecido com o meu leite e só atualmente, cinco anos depois, encontrei a resposta. E garanto pra vocês, não era o meu corpo que era defeituoso e incapaz de produzir alimento pro meu filho. Eu estava sob uma carga muito forte de estresse, passando por problemas pessoais. Juntei essa preocupação com a não descida do leite, pronto! a situação só piorou. E pra completar não procurei ajuda, não fui aos bancos de leite aqui da minha cidade, não procurei consultoras em amamentação, não li um texto sobre isso. Apenas me deixei levar, achando que não era capaz.

Mas estava engada! Hoje faria tudo diferente, é claro!

Não quero me estender muito, quero trazer pra vocês informação. E pra essa postagem ficar melhor, fui buscar uma entrevista com quem entende do assunto! Só repassando informação de qualidade podemos mudar nosso cenário de amamentação no Brasil!

Aleitamento Materno

*da página do Drauzio Varella

*Keiko Teruya é médica pediatra e professora da Faculdade de Medicina da Fundação Lusíada de Santos.

Nossa espécie, o Homo sapiens, pertence à classe dos mamíferos, animais que amamentam os filhos quando nascem. Fiéis às origens, durante toda a história do homem na Terra, as crianças foram amamentadas no peito da mãe. Nos anos 1950, porém, mudanças sociais e econômicas resultantes da industrialização e da entrada da mulher no mercado de trabalho contribuíram para a quebra desse paradigma. Muitas precisaram suspender a amamentação dos filhos para sair de casa logo cedo e assumir posições profissionais. A solução que lhes restou foi alimentar suas crianças com mamadeiras, leite em pó e os suplementos que as indústrias encarregavam-se de produzir e apresentar como excelentes substitutos do leite materno.

Pagamos um preço alto por isso, porque não tardaram a aparecer estudos elencando as desvantagens desse tipo alimentação. Atualmente, a Organização Mundial de Saúde recomenda que a mãe amamente os filhos, durante os seis primeiros meses de vida, exclusivamente com leite do seu peito. A partir dos seis meses até os 2 anos, outros alimentos devem ser introduzidos na dieta e oferecidos ao bebê em colherinhas e não mais na velha e superada mamadeira.

VANTAGENS DO LEITE MATERNO

Drauzio — Quais as consequências que essa mudança de paradigma ocorrida nos anos 1950/1960 acarretou?

Keiko Teruya – A história já se encarregara de demonstrar que era possível alimentar o ser humano com outro leite que não o materno. Haja vista, o caso de Rômulo e Remo, fundadores de Roma, que segundo a lenda foram amamentados por uma loba. No nosso caso, a escolha recaiu principalmente sobre o leite de vaca. Só que, apesar de o Homo sapiens ser o animal mais adaptável dentro da escala zoológica, há sempre um preço a pagar por essa quebra de paradigma, pois o leite materno diminui o risco de maior suscetibilidade alérgica, infecções e até mesmo de morte infantil.

Drauzio – Quais as vantagens do leite materno em relação aos outros tipos de leite?

Keiko Teruya – Ele contém todos os nutrientes necessários para garantir o crescimento saudável da criança. ALém disso, olhos nos olhos, mãe e filho estabelecem a primeira linguagem efetiva de amor.

PRODUÇÃO DO LEITE MATERNO

Drauzio – Como é a dinâmica da produção do leite materno?

Keiko Teruya – A sucção desencadeia um reflexo hormonal: a prolactina (hormônio produzido pela hipófise) promove a produção de leite e a ocitocina, sua descida para a região da aréola mamária. O espantoso é que toda a mulher pode produzir leite mesmo que não tenha gerado a criança que suga seu peito e, quanto mais ela suga, mais leite aparece. Para ser didática e simples, digo às mães que, enquanto o bebê mama, um carteiro leva uma mensagem para a cabeça dela avisando que lá embaixo tem gente precisando de leite. Se a criança reclama – “Mãe, aqui não está saindo leite” -, o mensageiro transmite nova ordem ao cérebro materno – “Solte o leite” – no que é logo obedecido.

Drauzio – Esse mecanismo pode ser alterado de forma que algumas mães apresentem dificuldade para amamentar e produzir leite?

Keiko Teruya – Se a ocitocina não passasse pelo hipotálamo, não haveria tanto problema. Acontece que ela passa e quando a mãe está nervosa, tensa, cansada, levou um susto ou teve um grande aborrecimento, um bloqueio impede-a de soltar o leite. A expressão “esconde o leite” reflete bem o que ocorre nessas situações. Entretanto, se a criança continuar sugando, novo comando será transmitido ao cérebro da mãe que deixará o leite fluir.

AMAMENTAR NÃO DÓI

Drauzio – Como é possível manter essa tranquilidade se algumas mulheres sentem dor enquanto amamentam, porque o mamilo rachou, por exemplo?

Keiko Teruya – A amamentação deve ser absolutamente indolor. Partindo do seu exemplo, o mamilo não racha se a criança for colocada na posição correta e pegar direito o peito. Por que ocorre a rachadura? Ocorre porque a criança não consegue pegar a areola, a parte do seio que não dói. Sempre peço que as mães apalpem suas mamas e lhes pergunto onde são mais sensíveis. Todas as respostas coincidem: o bico é a parte mais dolorida. Fica claro, então, que ali a criança não pode sugar porque vai doer. No entanto, se a criança sugar na região areolar onde ficam os bolsões de leite que devem ser espremidos para liberá-lo, não haverá desconforto nenhum. Se a mulher sente dor quando o filho mama, a dinâmica da sucção deve estar incorreta.

Drauzio – No decorrer da gravidez, a mulher pode tomar alguns cuidados que  deixem  seus seios em melhores condições para a amamentação?

Keiko Teruya – Antigamente, as mulheres eram orientadas para tomar sol e fazer massagens de protusão dos mamilos. Estudos posteriores demonstraram que essa indicação não tinha o menor fundamento. O que realmente importa para evitar rachaduras e, consequentemente, dor é a criança estar bem posicionada e ter boa sucção.

 Drauzio – É difícil amamentar um bebê?

Keiko Teruya – As mães aprendem a amamentar com extrema facilidade. Eu lhes digo que o primeiro contato entre mãe e filho deve ocorrer na hora do nascimento, porque na primeira meia hora a criança está lúcida.

Mais tarde, no quarto, ela irá aprender como posicionar corretamente a criança durante as mamadas. A criança deve ficar de frente para o peito da mãe (principalmente para a região areolar), pois é a pressão de sua gengiva na areola que solta o leite. Se ela sugar só na pontinha, o leite não sai. Sua cabeça deve estar alinhada com o tronco, ou seja, a criança não pode estar torta e seu corpo deve ficar colado aocorpo da mãe o tempo todo.

LEITE FRACO E LEITE FORTE

Drauzio – Algumas mães dizem — ah, meu leite está aguado — e suspendem a amamentação ou completam as mamadas com mamadeiras. Existe leite materno fraco ou forte?

Keiko Teruya – Não existe leite fraco ou forte. Existe leite bom para a criança. Às vezes, as mães consideram seu leite fraco porque o comparam com o leite de vaca, que é mais denso e consistente o que, de certo modo, o torna impróprio para o ser humano. O bezerrinho, em um ano e meio ou dois, deverá ter-se transformado num animal adulto. O ser humano precisa de 16 a 18 anos para completar seu ciclo de desenvolvimento.

Por que as mães acham que seu leite é fraco? Porque, quando a criança toma mamadeira, parece que fica mais tempo sem fome e dorme mais. Isso acontece porque a digestibilidade do leite de vaca, cujas moléculas são maiores, é muito lenta e provoca uma sobrecarga nos rins. A criança se sente como o adulto que comeu uma feijoada: de estômago cheio e sonolenta, largada. As mães não costumam estabelecer essa relação e julgam que seu leite está fraco.

Além disso, ao contrário do leite de vaca, que é inerte, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos.

Drauzio – Essa coisa viva a que você se refere são os glóbulos brancos?

Keiko Teruya – São os glóbulos brancos, os anticorpos que a mãe passa para o filho. Hoje, sabemos que além dos macrófagos e dos linfócitos T, entre outros, o leite materno possui imunomodeladores, substâncias que ativam a imunidade da criança. Por isso criança que mama na mãe dificilmente morre e, quando adoece, se restabelece mais depressa.

PREVENÇÃO DE DOENÇAS

Drauzio – Quais são as doenças mais frequentes em crianças que não são amamentadas no peito?

Keiko Teruya – A mais frequente é a diarreia. A criança amamentada no peito está dezessete vezes mais protegida contra essa doença, porque no leite materno existe um anticorpo chamado IGA secretora que recobre a mucosa intestinal protegendo-a contra infecções e recobre tembém a mucosa da árvore brônquica e dos ouvidos, prevenindo otites e pneumonias. A longo prazo, a prevalência de certas patologias como a aterosclerose, alguns tipos de câncer, obesidade e diabetes é menor nas crianças amamentadas no peito.

Drauzio – Muitas mães perguntam se, quando estão gripadas, podem amamentar o filho?

Keiko Teruya – Podem e devem. Durante o processo gripal, a imunidade da mãe está sendo ativada. Como seu leite é constituído por células vivas, seus anticorpos são transmitidos diretamente para a criança durante as mamadas.

Drauzio – Não há o risco de o vírus ser transmitido também pelo leite?

Keiko Teruya – Na verdade, a mãe transmite o vírus e o tratamento, porque seu leite carrega os anticorpos necessários para combater o agente agressor. Mesmo que suspenda a amamentação, ao cuidar do bebê, ela estará correndo o risco de transmitir a doença com a agravante de não lhe transmitir as defesas (imunoglobulinas, macrófagos e até interferon) que o leite transporta.

USO DE MEDICAMENTOS

 Drauzio – Existem restrições quanto ao uso de medicamentos durante o período de amamentação?

Keiko Teruya – A maioria dos remédios está liberada durante a amamentação. Se a mãe tiver uma dor de cabeça, pode tomar um analgésico sem medo. No entanto, existem algumas contraindicações, como é o caso dos imunossupressores e de alguns hormônios. Casos que não admitem suspender a medicação, como os de hipertireoidismo materno, exigem acompanhamento bastante cuidadoso.

Drauzio – E em relação aos tranquilizantes?

Keiko Teruya – As mães podem tomar tranquilizantes desde que em doses absolutamente controladas. Lítio, nos casos de transtorno bipolar, e ergotamina, nas crises de enxaqueca, precisam ser ministrados com muita cautela. No entanto, contradizendo o que se pensava anteriormente, a maioria dos antibióticos e quimioterápicos não apresentam contraindicações indesejáveis durante amamentação.

O Ministério da Saúde publicou um livreto – “Aleitamento Materno: Amamentação e Drogas”, disponível em qualquer Posto de Saúde – que contém informações importantes sobre o uso de medicamentos. Por exemplo, se a mãe precisa ser medicada contra a esquistossomose, lendo o livro descobrirá que nada a impede de tomar o remédio prescrito.

RITMO DAS MAMADAS

Drauzio – Que critério a mãe deve adotar para estabelecer o ritmo das mamadas? Ela deve obedecer a um horário rígido ou guiar-se pelo choro da criança?

Keiko Teruya – Livre demanda é o critério a ser adotado. Os bebês não nascem conhecendo relógios nem horários, mas a mãe sempre percebe quando chegou a hora de amamentar. Não é preciso que a criança chore. Sua irritabilidade ou agitação bastam para que ela saiba que o filho necessita de seu peito.

Drauzio — Existem instruções para orientar a mãe no que se refere à troca de peito?

Keiko Teruya – A criança deve mamar num peito até soltá-lo espontaneamente e só então lhe deve ser oferecido o outro. Há um teste simples que demonstra a eficácia desse procedimento. Antes de iniciar a mamada, pede-se à mãe que retire um pouquinho de leite e reserve. Em seguida, o seio é oferecido ao filho. Quando ele o soltar, ela tira mais um pouco de leite desse mesmo seio e compara as duas amostras. O primeiro é ralo e bem clarinho, pobre em gorduras, mas rico em açúcar e água. O outro é escuro.

Essa diferença é uma prova de que a natureza é sábia. A criança tem necessidade dos dois leites: o anterior e o posterior. O primeiro serve para matar a sede; o segundo, para matar a fome e fazê-la engordar.

Nós, pediatras, estávamos errados quando apregoávamos 15 minutos num peito, 15 minutos no outro. Geralmente, a mãe que tem num único peito leite suficiente para alimentar a criança, deve começar a mamada seguinte pelo seio menos solicitado e deixar que o primeiro e esgote.

Drauzio – Na hora da amamentação, qual deve ser a atitude da mulher?

Keiko Teruya – Bem relaxada e com as costas apoiadas, de preferência com o pé todinho no chão, a mãe deve olhar para a criança, o que nela é uma reação quase automática, instintiva. Esse carinho, o cheiro que a mãe exala, essa dança entre mãe e filho ao amamentar são fundamentais para o desenvolvimento harmônico da criança. Por isso está certo quem diz que, se a criança receber amor, dificilmente devolverá violência.

Não faz muito tempo, entrou em contato comigo uma procuradora de justiça que estudou a criminalidade nas crianças que viviam em instituições. Ela concluíra que o desmame era a causa mais importante desse desvio comportamental. Essas crianças nunca haviam sido amamentadas e mãe que amamenta, não maltrata o filho. Não o espanca, não o queima nem quebra seus ossos e não o abandona.

Drauzio – Resumindo, quais as orientações da Organização Mundial de Saúde em relação ao aleitamento materno?

Keiko Teruya – A OMS aceitou uma proposta brasileira e recomenda o aleitamento materno por seis meses. A partir dessa idade até os 2 anos, outros alimentos serão introduzidos observando as etapas do desenvolvimento infantil. O branco do leite é substituído pelo colorido dos sucos de frutas, por exemplo; o líquido, pelo pastoso e depois pelo sólido. A recomendação é oferecer à criança o que a família come e não mais as sopinhas elaboradas de antigamente.

Drauzio — Sem usar a mamadeira?

Keiko Teruya – Sem a mamadeira e sem chupeta, que também deixou de ser recomendada. O ideal é não utilizar a mamadeira, porque a dinâmica de sucção é totalmente diferente da do peito. Para demonstrar a diferença, peço às mães que suguem seu dedo e depois seu punho. Ela vai notar que para sugar o dedo usa muito pouco a estrutura da boca. Praticamente só usa a língua. O mesmo ocorre com a criança e a mamadeira porque o leite sai quase por gravidade. Mamar no peito pressupõe muito mais esforço e empenho. E quem não gosta de sombra e água fresca?

*Entrevista daqui:http://drauziovarella.com.br/crianca-2/aleitamento-materno/

19 Comentários




  1. Adorei. Eu sempre tive muito leite, e leite fraco ou falta de leite e mito. Acho q todas nos podemos, basta ajudar e estar relaxada para o organismo produzir. Eu ate hoje tenho. O ato de amamentar e mesmo um ato de amor. Eu sofri muito no começo, pega errada, mas mesmo assim nao desisti.
    Amo esta coluna. Bjs
    Vivi e Isaac

  2. Ah sempre tem essa neh? Leite fraco, leite ralo… Aff… Só acredito em pouco leite.. Passei por isso, infelizmente…

    Adorei o texto.
    Beijos

  3. Queria mto ter amamentado o Davi até os 2 anos… mas por falta de informação dei complemento… a pediatra quase forçou eu a dar…. e eu, leiga, dei! :
    Adorei o post!!!

  4. Muito importante amiga essa materia, gostei muito, eu amamentei o nathan exclusivamente ate os 6 meses e ate os seus 1ano e4 meeses, tive um estresse muito grande tbm, porem meu leite nao secou mais por conta do estresse acabei desmamando ele, mais nao me arrependo, graças a Deus ele é super saudavel, se nao tivesse ocorrido continuaria ate os 2 mais ou menos

  5. boa a materia..leite é tudo a mesma coisa, depende que quanto vc amamenta o filho, e ele pode ou não engordar..
    alycia amamentei ate 1 e 3 meses..e bela com 8 meses ainda mama

  6. Ótimo post. A amamentação é super importante, mas também a mãe tem que saber reconhecer quando o leite dela não é suficiente. Eu conheço mães que o leite não dava conta e deixava o bebê chorando de fome…isso não pode acontecer! bjo

  7. Leite materno é super importante e faz toda a diferença. Importante conscientizar!
    Bjos
    Tatty

  8. Amiga ótimo post, Todos meus filhos mamaram uns mais e outros menos. Fiquei assustada quando o Gui nasceu ele só mamava 5 minutos, mais o médico disse que era o suficiente para ele, pois ele estava engordando.
    Amamentar é mesmo a melhor coisa…
    Bjs

  9. É passei por essa situação de não conseguir amamentar minha segunda filha, tive complicações no parto, tomei antibioticos fortissimos pois tive infecção, era muito estresse, fiquei internada varios dias, minha vó em casa muito mal, minha vida em um dos momentos mais especiais na vida tinha virado um mar de transtornos, com tudo isso meu leite veio pouquissimo e minha filha ficava nervosa pois não se satisfazia entramos com o Nam1, dai pra frente foi só tristeza pois ela não quis mais o seio, lutei fiz de tudo, mas não teve jeito. Ela não aceitava. É muito triste não poder amamentar o seu filho. Fiz vários posts em meu blog incentivando a amamentação.

    ÓTIMO texto. Parabéns!

    Bjos*

    http://prioridadedemae.blogspot.com.br

  10. É amiga, com a minha falta de experiência e tb com o medo da dor, stress, preocupações…fiquei impossibilitada de amamentar devido a uma infecção generalizada nos seios por causa da mastite.
    Usei a mamadeira pros meus dois filhos e não aderi o uso da chupeta pra menina já pro menino que ficava com minha mãe o tempo integral ela deu a ele.
    Hoje faria diferente.
    Bju
    Toninha

    1. Toninha, hoje vejo como somos carente de uma rede de apoio. Alguém que nos conheça, que saiba das nossas dificuldades e que nos dê a mão. Que se importe em fazer com que nossos objetivos sejam alcançados. As mulheres, de uma forma geral, estão carentes disso! Então nossos medos, angustias, preocupações, solidão (apesar de ter muita gente em volta) vão travando nossa confiança.
      É uma luta pessoal minha, mostrar às mulheres que elas podem se reconectar com seus corpos, com seus ideais!
      E tudo é um aprendizado né?!

      Abraços

    1. Andrea, você que é uma linda! Minha inspiração diária!
      Se preocupe não, na próxima gestação é só chamar que vou, de onde estiver!

      Beijão nas duas!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

*