Cama Compartilhada você vê por aqui

E Hoje é dia de confissões maternas, quem nunca recebeu uma cara feia ao confessar que:

Sim, eu compartilho a cama!

Por mais que tenha colocado o meu bebê desde pequenino para dormir no quarto dele e no berço, dias passaram e lá estavámos compartilhando a cama, quem disse que nunca iria colocar o bebê pra dormir na cama e se viu na situação, levanta a mão: \o/ Eu levanto as duas! E são N motivos que nos levam a compartilhar a cama:
O filhote mama, talvez seja esse o motivo?
Enfim, acordar de madrugada, de hora em hora, duas em duas, três em três chega um momento que estamos exaustas! E acabamos fazendo assim só por hoje ele dorme aqui… esse hoje se prolonga, porque os pequenos são espertos e logo se acostumam com o bem bom do quarto dos pais.

Mas, você sabia que existem pontos positivos em compartilhar a cama?

Segundo a psicóloga e consultora em amamentação Bianca Balassiano Najm existem pontos positivos em compartilhar a cama.

Há muitas vantagens na prática, desde assegurar-se de que as necessidades físicas, emocionais e psicológicas do bebê estão sendo atendidas até garantir um pouco mais de sono noturno para a mãe. “Não se pode querer que um bebê que acabou de se desenvolver durante nove meses dentro do útero da mãe, em conexão e simbiose profundas, de um dia para o outro aprenda a confortar-se com tranquilidade em um ambiente distante e frio. Isso gera ansiedade e frustração para essa criança, que passa a encarar a hora do sono como um momento de desconexão e desespero”. A Organização Mundial da Saúde recomenda que os bebês até o sexto mês de vida durmam num bercinho ou carrinho colocado ao lado da cama mãe, mas nunca na mesma cama. “Isso ajuda para que ela possa, com mais facilidade, perceber se algo não anda bem com o bebê, se tem reações como soluço ou vômito, e também para facilitar a amamentação – não precisa levantar e se deslocar podendo voltar a dormir mais rapidamente após as mamadas”. Leia mais aqui
Conosco o compartilhamento da cama se deu após os 6 meses. Desculpa: o calor do Rio de Janeiro.
 
Pois é, Joseph já estava com 6 meses quando trouxemos o pequeno para nosso quarto para dormir no ar condicionado conosco. A princípio colocava no colchão ao lado da cama, mas de madrugada quando refrescava, o bebê apesar de pijama estava gelado, aí vem o coração mole da mãe aqui e pronto dormia o restante da noite conosco na cama. Eu também já estava de volta ao trabalho e mais exausta ainda, então foi ficando. Com o tempo do colchão passou pra cama, aí vieram os perrengues pra dormir. Trouxemos o berço para o quarto… e todo o ritual de colocá-lo para dormir no bercinho, grudado na cama, mas ainda assim lá ía ele de madrugada para meio da cama.
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E como fica o casal?

Sinceramente, nos primeiros meses da maternidade o que menos queremos, ou não temos pique é para relacionamento sexual. Sim, pois toda a rotina diária somado a uma criança em casa (triplica o trabalho) ou então, como eu que saía para trabalhar, quando chegava corria pra dar conta das coisas do bebê, antes de me render exauta! E ainda tinha as mamadas de madrugada, juro pra vocês que me sentia um zumbi. Até eu dar conta de que ser mãe, esposa, trabalhar fora… e peraí, ainda falta dizer ser eu! Foi bem difícil.

Depois que damos conta de tudo e as mamadas são mais espaçadas, nos sentindo mais descansadas, voltamos sim a fase namoro, só que com um bebê a ponto de acordar a qualquer instante. Lembrando que nunca em um mesmo ambiente que o bebê/criança, mas tendo o restante da casa a se explorar.

Movimento de volta para o quarto do bebê

Após os dois anos de idade do pequeno decidimos fazer o movimento de volta para o quarto dele. Colocamos de volta o berço no quarto, na posição de caminha e arrumamos o quarto, comprei um travesseiro divertido e colocamos de volta lá… só que na madrugada lá vinha ele. E depois de algum tempo, não rolou mais.
Primeiro porque eu ainda não estava pronta, porque somos nós mães que precisamos estar prontas para essa separação. E sinceramente, era mais conveniente, estar todos juntos, sem ter que levantar um milhão de vezes.

Movimento de volta para o quarto do bebê, ops, criança

Depois de mais algum tempo a cama fica estreita demais e papai e mamãe acordam quebrados e moídos… o bebê que antes tinha 6 meses, fez 3 anos e ainda estamos todos juntos na cama. Percebemos, então, que o nosso bebê agora é um rapazinho, cercado por seus heróis e precisava ter seu próprio espaço, ou melhor voltar ao seu espaço.

Compramos lençóis dos heróis favoritos, reorganizamos o quarto e partimos para o descompartilhamento da cama. Claro que haveria choros e a volta #mamãezumbi #fato mais eu estava confiante na decisão e apostando que o meu pequeno estaria pronto.

O que percebo hoje é que o mais importante de tudo foi EU estar pronta! Sim, eu a mãe! Porque difulculdades era certeza de ter… choros certos também, mas a conficção e apoio para que o Joseph enfrentasse era eu quem tinha que estar munida e para poder passar para ele. Foram dias (uns 15 dias) de muito colo, carinho… conversas, apoio… Não fiz nada extremo! Minha preocupação era ser bom pra ele essa separação, tudo com muita calma, sem pressa, podendo levar o tempo que fosse.

E conseguimos fazer a transição sem traumas, sem desesperos, mas no tempo certo dele e meu.

E vamos ver o que as meninas do Confissões Maternas compartilham conosco

A cama compartilhada aqui não vem desde cedo, quando bebê, Melissa, dormia no seu berço, porém no mesmo quarto que eu e meu marido. Consequentemente, nunca ficou sozinha no ambiente de dormir.
Quando iniciou o dormir na sua cama sozinha, fizemos a tr
ansição para o quarto dela. Acreditei que poderia enfrentar problemas com a adaptação, pois ela estava sempre com a gente no mesmo quarto. Os primeiros dias foram uma beleza, conseguiu dormir normalmente, sem acordar de madrugada. Porém, depois, enfrentou uma fase braba, onde acordava pontualmente as 4h para se esgueirar para a cama de casal e dormir no meio. Eu tentei ensinar, muito em vão, que aquele era o lugar de mamãe e papai dormirem juntos, e que ela tinha um espaço só dela. Inutilmente. Porque como a cama dela era na altura do chão, ficava fácil vir se enfiar no nosso meio. Ela foi dividindo cama com a gente, outras noites dormia direito no quarto dela. E assim levamos. Só que ela foi crescendo, e com o crescer o espaço diminuiu e ficou extremamente incômodo dormir com pé nas costas, espremida em uma beira mínima. Mas, mesmo assim não a impedi de vir deitar conosco.
Hoje, devido às circunstâncias, ela e eu estamos sozinhas em casa, e ela dorme todas as noites na cama comigo. Até quando, eu não sei. Mas confesso que é simplesmente delicioso dividir o dormir com ela. Beatriz – instablog @eubemqueteavisei

Compartilhamos a cama com a Isabelle até ela completar 5 anos e com a Gabi estamos compartilhando também, confesso que no começo com a Gabi eu resistir ao máximo que pude não por que não gostei da primeira vez, mas por que dessa vez tinha a Isabelle e ela não gostava de dormir sozinha, então deixei as duas dormirem no mesmo quarto, mas não demorou muito a Gabi ficou doente e para facilitar os cuidados, pois ela acordava muito a noite ela veio para nossa cama e até hoje continuamos com a cama compartilhada, amo muito. Ainda não parei para pensar em desfazer da cama compartilhada, mas é como você contou aqui com calma e sem desespero e tudo vai dar certo. Fernanda – blog Mamãe de Duas

Antes de me tornar mãe, eu tinha várias regras (baseada no que eu via outras mães fazerem) e uma delas era NUNCA LEVAR O BEBÊ PARA MINHA CAMA. No entanto, devido às circunstâncias esta foi a melhor opção.
Os pontos da cesariana inflamaram e por este m
otivo não conseguia dormir na cama, dormia na poltrona e o Gabriel do lado no carrinho. Às vezes não conseguia colocá-lo de volta e ele dormia em cima de mim. Ele acabou se acostumando com isso e como eu precisava dormir deixei isso acontecer mesmo, eu já estando conseguindo deitar na cama. Decidi colocar o berço no meu quarto, eu amamentava e colocava no berço. Isso acontecia muitas vezes, pois o Gabriel não gostava de dormir (até hoje é assim kkk), então para ele ir para minha cama faltava pouco.
Muitas noites eu acordava e via o Gabriel estava do meu lado e eu nem me lembrava de como ele tinha ido parar lá. O cansaço era tão grande que nem o colocava mais no berço. A partir daí a cama pertencia a nós três.
Com o Filipe foi um pouco diferente. Por mais difícil que tinha sido consegui deixá-lo no quarto dele. Até que uma noite quente o Filipe despertou (ele já tinha mais de um ano) e o meu marido foi socorrê-lo e constatou que o bichinho estava todo suado e o trouxe para o nosso quarto, pois é o único que tem ar condicionado. E nesse momento a nossa cama passou a ser de nós quatro. Kkkkk
Para melhorar as nossas noites de sono comprei um colchão de casal e coloquei no chão do lado da minha cama, mas como o Celso fica muito tempo na fazenda acabo dormindo com os meninos no chão.
Eu amo compartilhar a minha cama e confesso que não sei quando vou estar preparada para me desgarrar dos meus meninos. 
Isis Vebber – blog Isis Vebber

A Maria sempre dormiu no quarto dela, desde bebe quando chegou em casa já foi para o berço, não por que eu não queria compartilhar cama, mas nunca pensei em cama compartilhada. Eu sentava ao lado do berço e ficava cantando para ela dali, depois me afastava e ficava na poltrona um pouco, isso ela tinha uns 5 meses. Por volta de 2 anos e meio eu troquei o berço pela cama e até hoje temos a nossa rotininha do sono, ela toma banho, eu deito com ela na cama dela, conto uma historia e ela dorme (e sempre deixei claro que eu saio de cama para ir para a minha). Claro que ela já dormiu na minha cama, mas confesso que nos 3 é impossível, sempre eu ou meu marido acabamos indo para a cama dela ou para o sofá, rs! Mas, nas noite de febre é a melhor solução, por que sem estar por perto eu e marido ficamos aflitos da temperatura subir muito e não estarmos perto…  Karina – blog Mãe Perfeitamente Real

Gabriel foi filho único por 6 anos, e nesse período houveram muitas noites de cama compartilhada. A princípio eram as mamadas, depois quando ficava dodói e quando engravidei, acho que era um misto de ciúmes e medo de perder o lugar. Sempre adorei o cheirinho dele ao me lado, e como não eram todas as noites, meu marido não reclamava. Uma coisa que sempre frisei, é que aquela era a cama da mamãe e do papai e que ele estava ali porque permitimos naquele momento. Com o nascimento do irmão, foi automático, ele parou de procurar nossa cama, e o compartilhamento esporádico da cama começou a ter outro dono. Daniel acordava mais durante a noite, então nesse período os episódios foram maiores, mas ao crescer ele mesmo optou por dormir em sua caminha. Mas, quando está dodói procura o conforto de minha cama. Acho gosto esse vínculo, mas também acho que deve ser algo prazeroso para a família, do contrário, não deve ser usado. Cada caso é um caso… Camila blog Baú de Menino

Com meu primeiro filho, até os os dois anos e meio foi super tranquilo , ele dormia no seu quarto, inclusive gostava muito do seu quartinho, apenas algumas vezes o levei para minha cama, quando estava febril ou quando eu mesma queria ter ele ali do meu ladinho. Com a chegada do irmão, a conversa mudou um pouco, ele via o bebê no meu quarto, e começou pedir para ficar também. Nesse momento, ficamos confusos em deixar ou não, ele estava com ciúmes na verdade, queria atenção também. Acabamos cedendo. Por alguns meses, ficaram todos no meu quarto. Quando o bebê completou 4 meses, colocamos cada um no seu devido quarto, meu filho mais velho, relutou um pouco, sempre dava suas escapadas para minha cama, e eu sempre conversei e expliquei, que cada um tem o seu cantinho, porque o meu receio, era que futuramente os dois voltassem para meu quarto. Não sou contra, mas sei também que com os filhos no quarto constantemente, acaba atrapalhando a vida sexual do casal. Perdemos a privacidade, falo isso, porque enquanto eles estavam todos os dias ali comigo, eu e meu esposo nos afastamos um pouco. Eu penso que deve haver um limite. A cama até pode ser compartilhada com os filhos, mas não sempre. Alguns casais lidam super bem com essa questão, dizem que com os filhos ali, não muda em nada na vida sexual, acho que cada casal sabe administrar isso de uma maneira.
Hoje em dia, de vez em quando eles aparecem na calada da noite, no meu quarto,quando não é um é o outro. Algumas vezes continuo cedendo, e deixo eles ficarem, tanto eu, quanto meu marido, gostamos de compartilhar a cama com eles. Pai e mãe devem estar de acordo, quanto a cama compartilhada. Nas horas que estou sozinha em casa com eles, eu sou a primeira a chamá-los para minha cama, fico ali no ninho cheirando cada um deles, e amoooo tê-los grudadinhos ali comigo .
Portanto sou a favor Sim , em compartilhar a cama, mas com moderação, afinal, eles vão crescer, e só vai nos restar a saudade desses momentos. Mara – instablog @soumãedemeninos

Participe do bate papo hoje (02 de setembro) às 14h

 Grupo no Facebook: https://www.facebook.com/groups/confissoesmaternas/

18 thoughts on “Cama Compartilhada você vê por aqui”

  1. Amiga, boa tarde!

    Como te falei aqui não teve. Maria aos 3 meses foi para o berço dela. Mas nas horas de febre ela ficava comigo. Quando as vezes ia mamar e dormiamos todos, ela quase amanhecia o dia com a gente e retornávamos a pequena para seu bercinho. Meu sono é muito leve então não tive dificuldade em ouvi-la. Maria mamou muito. Acordava de 3 em 3 horas e o papai a buscava. A partir dos dois aninhos quando ja andava, vira e mexe assustava com ela do lado rssss… muitas vezes ela não aceitava voltar então dormia com a gente.. outras levava e dormia com ela em sua mini cama.

    Depois foi amadurecendo e as visitas quase acabaram. Só quando ela tem um pesadelo ela aparece. Volto com ela pra cama e durmo la até ela pegar no sono de novo.

    Não ficava mais descansada com Maria na cama depois do mamá. Ao contrario. Amanhecíamos quebrados, cansados, não dava certo.

    Foi tranquilo. Não acho como a especialista acima falou que é um ambiente frio. Era o quartinho dela, lindo, cheio das coisinhas dela que ela acostumou desde bebê e se familiarizou com ele.

    Concordo que talvez até os 6 meses seja conveniente por precaução, mas só isso..

    Cada caso é um caso, cada familia tem seus motivos para compartilhar ou não a cama e todos os motivos são importantes…

    O tema foi ótimo e o debate foi muito bacana! Parabéns amiga!

    Beijos grandões no coração

    1. Amiga querida, entendo suas razões e posicionamento quanto a cama comaprtilhada. Sim, é cansativo, mas seu exemplo nos mostra que é possível manter os pequenos no seu espaço.
      Claro que em meio um pesadelo ou quando estão doentes, preferimos ao nosso lado, pra olhar, cuidar… mas sentimos sim, que precisam desta autonomia e terem seu espaço, acho que melhora o sono… a rotina e tudo mais.
      Obrigada por participar e enriquecer o post com sua experiência
      bjss

  2. Amiga eu compartilhei e ainda compartilho às vezes. Quando amamentava era o melhor dos mundos pra mim! Acho que não existe certo e errado em maternidade, existe o que funciona para cada família!!!
    Bjos e adorei o novo visu!!!!

  3. Oi Cris, eu lembro do seu texto, quando estava inciando o processo de colocar o Joseph para domir na caminha dele… Que bacana que deu certo, mas é isso que vc falou, os dois precisavam estar seguros com a ideia, e para a criança demora um pouco mais, dá bastante trabalho, mas com carinho e paciência tudo dá certo…
    Aqui começamos a compartilhar a partir dos 2 anos e meio, e agora eu coloco um colchão do lado da minha cama.
    Não tenho muita pressa em mudar esse hábito ainda, porque o Vitor tem tanto medo de ficar sozinho no quarto, que chega a vomitar e engasgar se souber que ficará sozinho… Depois que eles assistem alguns filmes, começam a ficar com muito medo, e ai o bicho pega…
    Mas sou super tranquila quanto a essa questão, porque pouco me importa o que os outros pensam, eu quero fazer essa transição no momento certo e com muita calma…. E sobre a questão do namoro, esse processo muda um pouco, é necessário uma logística diferente (risos), com locais e horários diferentes, mas quando a gente ama de verdade, conseguimos achar o melhor jeito para tudo…
    Amei o post amiga.
    Mil beijos
    Vou participar do bate-papo
    Ju
    http://www.maesemfronteiras.com.br/

    1. Amiga querida… que delícia saber que vem conosco no bate papo e tb na cama compartilhada – #tudodebom
      E sim, cada um tem o seu tempo certo.
      Se o Vitinho tem o medo de ficar só… acredito que seja fase e logo passa, mas estar juntinho é bom demais!
      E o casal… o amor supera e a criatividade ajuda muito kkk
      bjss

  4. Olá, minha filha sempre dormiu na minha cama( apesar de te seu próprio quarto), hoje aos 13 anos e de vez em quando ainda pede pra dormir na minha cama e eu deixo rsrs

  5. O texto está simplesmente maravilhoso. Eu amo compartilhar minha cama. Mas as vezes o marido reclama por ter que me dividir com os meninos. Kkkkkk
    Confesso que não sei se estou preparada para essa separação. 🙈🙈🙈

  6. Adorei meninas ♥
    Aqui sempre fizemos cama compartilhada quando bebê, depois ele começou a dormir no berço. Mas começou a crescer e e veio para nossa cama quando mudamos o quarto, e ficou. Começamos o descompartilhamento para o quarto e cama nova, e deu certo.
    Mas, tivemos que arrumar algumas coisinhas e esta na nossa cama ate hoje, e eu que acabo indo dormir na cama dele, ele dorme de atravessado e se mexe demais, minhas costas agradecem dormir sozinhas.
    Eu não vejo problema algum, mas em breve voltamos o descompartilhamento de novo rsrs
    Bjs
    Vivi e Isaac

    1. Amiga, tem dias q fujo pra cama do Joseph tb kkkk
      Ele agora aos 4 anos já está na cama dele, mas tem madrugadas… q lá vem ele e sim acordamos moídas…
      Torcendo para o descompartilhamento dá certo por aí!
      bjs

    1. Cá como tem discussões sobre o tema… e quem nunca compartilhou?
      E quantas dúvidas… nosso bate papo é momento de confessar e trocar experiências assim, nos entendemos, aprendemos umas com as outras.
      bjs

  7. Adorei o texto e os comentários!
    Aqui em casa não tem cama compartilhada, não porque eu não queira mas a Juju dorme super bem no bercinho no quartinho dela.
    Quando a Julia nasceu ela dormia no nosso quarto, no moisés do ladinho da cama, pouquíssimas vezes dormiu com a gente porque tínhamos medo de sufoca-la com as cobertas, depois com uns 4 meses ela passou para o bercinho de viagem que também ficava grudado na nossa cama, e o mais engraçado que tanto o moisés quanto bercinho sempre ficaram do lado do papai, ele sempre fez questão. Depois com uns 7 meses, antes de eu voltar a trabalhar, ela já dormia no berço no quarto dela e como sempre dormiu bastante durante a noite nunca tive problemas dela acordar muitas vezes para mamar, somente quando não estava bem ela acordava mais. Claro que ela já dormiu com a gente mas geralmente é porque esta doentinha, febre ou alguma coisa do tipo…. mas do resto não temos maiores problemas. Como ela tem um horário certo para dormir, isso ajuda muito, porque ela simplesmente desmaia e vai ate o dia seguinte. Porem quando o papai esta viajando, ai não tem jeito eu coloco ela para dormir comigo e acho uma delícia!
    Essa é minha experiencia! Nos vemos a tarde la no Confissões!!
    Grande Beijo!!!

    1. Oi Tati, que alegria vc aqui no meu cantinho!!
      E que sortuda, vamos dizer assim, pela pequena sempre dormir bem, acho que contribui e muito para que o deixemos em seus quartos, no berço.
      E muito legal o bercinho ficar ao lado do papai… coisa rara viu?!
      Te espero às 14h sua experiência com certeza vai ajudar outras mamães, bjss

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